Impressões
Viver intenso, sorrir constante, pensar contínuo
E milhares de idéiazinhas, que de insolentes que são
Se jogam na vida alheia
Nem sequer pedem licença
O mundo alheio (porque bem ou mal, cada um cultiva um mundo) causa medo
Cada mundo tem um brilho, e o brilho de alguns vem de uma redoma
Por que não no lugar da redoma uma cuspidela e uma flanelinha?
Não há mais brilho nas coisas simples?
Os dias tem que ser como os versos brancos
Nenhuma beleza previsível
Nenhum padrão estabelecido
Cheio da beleza que provém do incerto meio bagunçado
E o bagunçado nunca foi tão ordenado quanto agora
(...) Continua
Marcadores: mas q filosofia nada, sempre

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