8.13.2008

P.Q.P

Ainda sinto o doce frio
Escondo a face em meus sonhos
Não abro mão do arrepio
Me sinto um ébrio, cão vadio
Me négo aos dias enfadonhos
O cálice antes tão vazio
Me trouxe dores, ar tristonho
Agora o encho de um barril
Escolho amigo, ser senil
Afio a lança que o feriu
Com ela saio à rua e grito:
"Às favas.... PUTA QUE O PARIU"
E então acordo de um sonho

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