Cidade
Uma cidade, contraste de mundosA vida passada se perde nos cantos
De um lado mendigos imundos
Do outro seus prédios, seu luxo e encanto
Sei que que extremos existem em tudo
Sei que hoje em dia nada é igual
Ainda não me conformo contudo
Como ver o que ví possa ser natural
Homens velhos deitados nos cantos
Garrafas se esvasiam, disfarçam a dor
Meninas que nasceram meninos
Querendo vender algo que chamam de "amor"
Vidas soltas perdidas no espaço
Sei que aquele menino nunca entendeu
"Porque no circo sorria o palhaço
se em minha vida não tenho o que chamar de meu?
Não há amor, nem afeto, ou abraço
Apenas o ódio do velho que me bateu"
Marcadores: virada cult

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