Penso no que sinto, não sei o q sentes...
Não sei ao certo o que ocorre em meu peitoTe vejo e sorrio, te ouço e não falo
Talvez eu não saiba direito
Talvez o que sinto seja mais do que calo...
Se sei que já não me contento
Com a doce presença que autrora bastava
Por que apesar do meu jeito
Me retraio na bolha, tremendo calada?
Não sei se jogar esse jogo é livrar minha mente de coisas passadas
Se foi só o início de outono dizendo que a brisa também é amada
Eu sei que a cor do meu sonho não traduz ao todo o que de fato será
E sei que ao fugir desse sonho me impeço de saber como posso acabar.
(não tenho medo do sonho
e sim do que seu tato possa me sugerir
se o sonho puro e inocente, levo eu em frente
me resta fugir)
Marcadores: O dia da música que eu não entendi

<< Home