2.27.2007
O que se há de fazer
Quando em um canto perdido
Quem antes era abrigo
Torna-se um ponto ambíguo?
Que posso agora querer?
A brisa mansa da liberdade
que esfria o peito e a alma?
O laço com o bem amado
Que hoje me tira a calma?
Talvez apenas um lugar pra correr
Quero, sem choro, apenas a verdade
Quero que saibas o que não sinto na saudade
e também o sinto na presença
Quero que se acabe a disavença
Quero o que não quero, mas com sua sinceridade
Se já não cabe paz
Que acabe antes de findo o respeito
Se sei de tudo o que tua imagem me traz
E sei que me aperta o peito
Não quero que voltes atrás
Nem que eu não aja direito
Quero que sigas sem medo
Siga e não olhes pra trás!!!

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